22/06/2010 - PORTUGAL E O DINGUE

Foi numa viagem ao Brasil que Francisco Carvalheira, administrador da empresa Turismo da Natureza (TDN), teve contacto com o Dingue pela primeira vez.


Encontrava-se na praia do Forte no Brasil, em 2005, quando experimentou velejar numa “embarcação simples, confortável e para velejar dentro do conceito de vida saudável dos 8 aos 88 anos”, relembra Francisco Carvalheira, que desde muito novo se dedica à vela, tendo mesmo realizado algumas travessias - Lisboa e Madeira, Canárias e Marrocos, entre outras.


Pouco tempo passou para que, via e-mail, fosse apresentado um projeto e numa segunda viagem ao Rio de Janeiro fosse fechado o acordo de trazer o Dingue para Portugal e Europa. “Francisco, quando velejou no Dingue, percebeu que tinha uma oportunidade; que o Dingue podia ser para as pessoas que deixaram de velejar ou que já não se adaptam às classes olímpicas. Percebeu que em Portugal não havia nada semelhante e, portanto, que havia espaço de negócio para trazê-lo”, relembra Lourenzo Souza.


Portugal foi a porta de entrada do Dingue para a Europa e começa agora a dar os primeiros passos na Alemanha. O Dingue foi apresentado em Portugal durante a Nauticampo 2006 (Salão Internacional de Navegação de Recreio, Campismo e Caravanismo), através da presença da Eurodingue. Neste momento “estamos a trabalhar em 2 projetos para o Verão que farão o Dingue marcar a diferença, embora o projeto mais importante só arranque em Outubro”, informa Francisco Carvalheira.


Para um futuro próximo Francisco Carvalheira prepara ações locais e tem já em mente um projeto, nesta fase ainda embrionário, para três escolas dedicadas ao Dingue.